QUEM SOU EU NESTE BLOG...


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"Não acredite em nada que você ler neste blog, pesquise, experimente, repita os experimentos" Parafraseando um Conceito e incredulidade Conscienciológico








AS VEZES ME SINTO SÓ, APESAR DE RODEADO DE SERES MUITO IMPORTANTES PARA MIM. SERES QUE COM CERTEZA ESCOLHI POR ALGUMA RAZÃO PARA COMIGO CONVIVEREM. COMO ESCOLHI, NÃO LHES CABE CULPA E LHES SOBEJAM QUALIDADES QUE ÀS VEZES SUFOCAM. SOBRAM-ME AS RECORDAÇÕES PARA DRIBLAR ESSES PEQUENOS LAPSOS:



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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Churrasqueando - Churrasco ecológico?



Churrasco ecológico?

por Paula Perdiz
Descubra maneiras mais “limpas” para fazer o seu churrasco



Churrasquinho de domingo é paixão nacional, não tem jeito. Mas você sabia que a queima de carvão é altamente poluente? Durante a produção do carvão vegetal apenas 35% da madeira queimada torna-se, de fato, carvão, enquanto os outros 65% viram gases poluentes espalhados na atmosfera. Pois é, a sua reunião com os amigos não é tão inofensiva quanto parece.

Se você respirou aliviado e está se sentindo mais tranquilo, pois a sua opção na hora da compra é sempre por empresas que comercializam carvão vegetal “ecológico”, saiba que isso não existe. O que pode deixar a produção do carvão menos prejudicial é o fato da empresa não utilizar árvoresde florestas nativas, embora, os gases continuam sendo emitidos durante a queima da madeira.

Ok. Não estamos falando para você ser radical e abolir o bom e velho churrasquinho da sua vida, mas sim, encontrar formas alternativas e sustentáveis para prática. Se você não achou que isso seria possível, uma boa opção existente hoje no mercado são osbriquetes, produzidos a partir de materiais descartados em serrarias e fabricantes de móveis, além de queimarem mais lentamente, fazendo com que a barra dure mais tempo na churrasqueira do que o carvão comum.

Outra alternativa mais “limpa” é trocar a churrasqueira convencional pela que utiliza gás, pois envia menos CO2 para atmosfera. Agora, se a reunião é pequena vale a pena apostar no grill elétrico, que não tem combustão e assa a carne direitinho. Na verdade, a opção mais verde para se fazer um “churrasco” até agora.
Opinião do Blog do Bentinho:
É mais um purismo. Continue fazendo seu churrasquinho sem nenhum "grilo". Há coisas mais poluentes como por exemplo, o seu carro. Ou o carro de seus convidados. Então compense: quando fizer churrasco, quando for ao super ou ao açougue, um ou dois dias antes, já traga todos os materiais necessários e estarás evitando uma ida só para o churrasco. Se for de última hora, peça aos seus convidados usarem a carona uns dos outros. Se só um carro ficar na garagem, já estaremos em vantagem na produção de gases nocivos.  

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Churrasqueando - Churrasco de nutricionista!

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Nutrição

Permita-se curtir um bom churrasco

Sem exageros e sabendo escolher as combinações dos alimentos, esse encontro deixa de ser um drama para quem cuida das medidas

Permita-se curtir um bom churrasco



Por Marcia Melsohn

Churrasco no final de semana, perigo à vista. Quem leva alimentação a sério pode ter essa sensação toda vez que um desses encontros com a família ou com os amigos é marcado. Mas não precisa ser assim, claro. Basta deixar o radicalismo de lado e selecionar bem o que comer durante o evento. Afinal, ter hábitos saudáveis não deve ser sinônimo de estresse.

"O mais importante é saber controlar as quantidades e fazer combinações inteligentes que possam ajudar a aproveitar melhor os nutrientes", diz a nutricionista Beatriz Botéquio, da Equilibrium Consultoria, na capital paulista.

Entrada

A primeira dica, começar sempre pela salada, é velha conhecida, mas tem uma explicação bem convincente. "Um prato bem colorido de salada é o ideal para dar a largada, já que as fibras e os minerais vão ajudar a absorver menos gordura. Além disso, o hormônio da saciedade vai sendo liberado e assim fica mais fácil controlar as quantidades dos outros pratos", explica Beatriz. Um truque é incorporar - com moderação - a tradicional maionese de legumes às folhas. Dessa forma, os temperos podem ser dispensados, economizando algumas calorias.

Prato principal


"O certo é dar preferência a carnes mais magras, como fraldinha, filé mignon, alcatra, maminha, ou carnes brancas, a exemplo de frango e peru", aconselha Lara Natacci, mestre em comportamento alimentar pela Universidade de São Paulo e diretora da Dietnet Assessoria Nutricional, em São Paulo. Beatriz Botéquio ainda recomenda cordeiro e carneiro: "Elas são mais light e podem ser consumidas com molho de hortelã, que dá sabor e é antioxidante".

"No caso de carnes com gordura aparente, retire-a, se possível antes de assar. Isso diminui a quantidade de gordura saturada a ser ingerida e consequentemente o valor calórico", completa Lara Natacci. Segundo ela, de 100 a 150 gramas de carnes para mulheres e de 150 a 180 gramas para homens são boas medidas para não perder a linha.

Molhos e acompanhamentos

O molho vinagrete é uma ótima pedida. "Cheio de antioxidantes, ele é pouco calórico e fica muito gostoso quando ingerido junto com a carne", diz Beatriz. Já o pão e a farofa são mais calóricos e, portanto, o consumo deve ser limitado. "É importante escolher apenas um tipo de carboidrato. Se optar pelo pão, são no máximo 3 fatias e se for farofa, não mais que 2 colheres de sopa", recomenda. Uma boa alternativa de acompanhamento é colocar vegetais como cenoura, abobrinha ou berinjela na grelha. Fica bem gostoso. Os deliciosos queijos coalhos são bastante gordurosos. O ideal é ficar longe deles, mas um pedacinho só para matar a vontade não vai fazer mal.

Sobremesa

Uma escolha perfeita para fechar o churrasco é abacaxi grelhado com canela. "Além de ser pouco calórica, a fruta contém bromelina, que auxilia na digestão da proteína da carne", explica Beatriz Botéquio. A canela dá um toque especial e ainda colabora para manter estáveis os níveis de açúcar do sangue. Salada de frutas também é bem-vinda, já que é refrescante e cheia de vitaminas. Sorvetes de frutas são 

sábado, 5 de novembro de 2011

CHURRASQUEANDO - CHURRASCO DE PESCARIA II

Já escrevi que o melhor das pescarias são os desafios que elas representam em termos de planejamento, estratégias de acampamento, conhecimento do metiê e superação de problemas não previstos. É gostoso você "enxergar" uma utilidade para uma pedra chata, um pedaço de madeira, um pedaço de rede velha, ou seja, você desenvolve sua capacidade de sobrevivência. São inúmeros casos que presenciei e que conseguimos resolver problemas ou melhorar a comodidade do acampamento, com idéias simples e criativas. Numa das muitas pescarias em que participei em Butiá, aconteceu um fato em que tivemos de improvisar muito para conseguir fazer fogo para a noite e para o assado nosso de todas as pescarias!
Chegamos na taipa da barragem em que pescávamos e logo começamos as lidas para ter um acampamento mais ou menos confortável. Um lugar para churrasqueira, um lugar para sentar perto do fogo (barranco pequeno que circundava parte da barragem), umas tábuas que colocamos em cima de pedras à guiza de mesa, bambus que outros pescadores deixaram como suporte de uma lona improvisando uma barraca e a vistoria das tralhas de pesca. Como estava escalado como cozinheiro, iria pescar perto do acampamento e ao mesmo tempo, providenciar comida para os quatro participantes. Enquanto os outros capturavam iscas (lambaris e outros peixes pequenos) fui à cata de lenha, item importante para o nosso conforto e para nos proporcionar um bom churrasco.
Fiquei nessa procura por um bom par de horas, consegui lenha boa em um nesga de mato de eucalipto que servia de abrigo para o gado.Cortadas e empilhadas, arrumei a fogueira na churrasqueira improvisada e, surpresa, não achei o isqueiro. O pessoal já voltando dos pesqueiros para um chimarrão antes da pescaria propriamente dita. Tínhamos  um certo ritual que era sair em torno de 14:00 hs para a chegar na fazenda no máximo 15:00 hs, pegar iscas para os espinhéis e colocá-los n'água até as 17:00 hs, nos reunir para comentários, chimarrão, lanche, trago ou conversa fora! Acontece que o único fumante que tinha no grupo era eu. Com o afã de arrumar tudo para que ficasse em ordem, ao recolher lenhas, devo ter deixado cair o isqueiro que nem cogitei de procurar, pois no campo, só se acha se trombar com que se perdeu! O vício foi quebrado com a minha atenção totalmente voltada para as tarefas!
Levei uma bronca pois o meu carro não tinha isqueiro. Ninguém estava na granja, a chave da porteira estava conosco. O meu cérebro começou a trabalhar a procura de uma faísca. Nenhum fundo de garrafa à vista para fazer uma lupa e com ela acender o fogo. Nenhuma pedra de fogo para bater com uma ferramenta para a fagulha incendiar a gasolina! Gasolina, isso! Rasguei um pedaço de minha camiseta de algodão improvisei uma bucha com um arame, embebi na gasolina do tanque, levantei o capô do motor, tirei um cabo de vela deixei um dos companheiros ligar o carro e aproximando o cabo de vela ao metal do motor fiz saltar uma faísca suficiente para atear fogo na bucha, dali para a fogueira e pronto. Estava salvo, não precisaria ir até a estrada principal comprar fósforos no posto de gasolina!
Fogo na fogueira, água na cambona, algumas linhas n'água, a charla de sempre era só esperar a hora certa para colocar duas lindas ripas de costela no brasedo. Para acompanhar fiz uma salada de cebola e tomate. Às 22:00 hs chamei o pessoal que já vinha com várias traíras e jundiás da primeira revista dos espinhéis e  das linhas. Como bom assador eu já tinha beliscado vários pedaços e fui revisar as minhas linhas, voltando com duas ou três bocudas. Como o pessoal tinha certo preconceito em assar jundiá, fui até um bambuzal e trouxe um pedaço de bambu que abri em x, deixando uma empunhadura. Eviscerei um jundiá, somente coloquei sal fino, coloquei por dentro do bambu e amarrei as pontas. Nem 20 minutos e nós comíamos com pão e salada. Dali em diante todos queriam jundiá na sua quota de peixes!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

CHURRASQUEANDO - CHURRASCO DE GRINGO

Os italianos que por aqui chegaram no fim do século retrasado e que revolucionaram a agricultura com o incremento de criação de animais até então não existiam no Rio Grande do Sul. Com eles vieram os porcos, galinhas e ovelhas principalmente. O gado já existia há muito tempo e servia de prato base para os gáuchos ou gaúchos. Com os novos animais, começou uma grande utilização desses outros pequenos animais na culinária riograndense e como não poderia deixar de ser, impactou no Churrasco! Trouxeram e fazem uso de  muitos temperos, tanto que os churrascos de paulistas onde o número de imigrantes desse pais foi muito maior que em outros estados, são comentados pelos temperos. "Mais temperado que churrasco de paulista!" Eles, os paulistas, fazem uma miscelânea de tempero (um mix mais modernamente) inclusive adicionando bebidas alcoólicas, vinagres e limões dos mais variados tipos. O churrasco perde um pouco de sua essência e as carnes não são apreciadas pelos sabores característicos de cada corte e sim pelo tipo de tempero usado. Picanha ao alho! Maminha apimentada! Fraldinha recheada com cebola, pimentão, tomate, queijo e presunto! E por aí vai! Culpa dos italianos. Mas existem coisas que até hoje fazem sucesso quando são feitos! Quem não gosta de um frango no espeto com polenta, radichi  e vino! Ou um galetinho ao primo canto, com os mesmos acompanhamentos? Pratos que foram possíveis ao se modernizar as criações de frangos e galinhas dos terreiros para as granjas. Mas devemos tributo aos italianos para um outro churrasco muito delicioso e que não tem muito destaque por ser trabalhoso e portanto em grandes acontecimentos não é muito prático. Falo do XIXO (a grafia não sei se é a certa). É outro mix de carnes diversas  e vegetais com muito tempero. Usa-se carne da gado, de frango, de porco, de ovelha e salsichão ou calabresa in natura (não defumada nem cosida). Lascas de baicon compridas para envolver os pedaços de frango! Pedaços quadrados grandes de pimentão (dê uma aquecida em uma panela ou no microondas para que não quebrem ao espetar), tomates rasteiros ou italianos, mais compridos que largos cortados em três, cebolas pequenas cortadas ao meio.Tempero pronto completo basta ou se gosta de elaborar seus próprios, saiba que podes usar tudo que tiver ao alcance inclusive vinagre, vinho, cerveja ou fermentados! Suco de laranjas também pode ser usado. O procedimento é simples: uma ou duas horas antes faça uma vinha d'alho com os ingredientes, coloque os pedaços de carne cortados em cubos e os embutidos cortados em pedaços de quatro cm mais ou menos. Quanto aos frangos, use peito cortado em cubos ou coxinhas da asa. Espete intercalando tipos de carne e tipos de vegetais. O tempo necessário para assar é de aproximadamente uma hora em fogo não muito esperto para que os vegetais não queimem. Quando os dois lados já tiverem sido assados, dê mais um banho com o tempero para que os vegetais assumam o gosto dos mesmos. Um arroz branco, saladinha mista básica e um Cabernet Sauvignon legítimo da Serra Gaúcha e me digam se não é um acepipe digno dos Reis.
Obs.: não confundir com os espetinhos que se assam no forno.

domingo, 23 de outubro de 2011

Churrasqueando - Churrasco no casamento de crentes

Há uma premissa bem básica entre os assadores que conhecem um pouco do "metiê": se não estás assando, abstenha-se de dar palpites. A resposta rude vem em seguida: quer assar? Também pode ser, pega as tralhas que já vi que assas melhor que eu! Foi num deslize desses que entrei em uma fria. Um limão que transformei em caipirinha (ah que saudade!)!
Casamento de uma cunhada crente com outro irmão da própria religião. Finda a cerimônia religiosa, nos dirigimos para a casa do meu sogro, pai da noiva. Como era final de semana e na Sexta-feira tinha ido ao meu sítio, depois da festa, iríamos para lá (no sítio)aproveitar o resto do mesmo naquele paraíso.
Meu sogro era construtor e tinha muito restos de madeira tiradas no final das obras. Pois bem, os dois pais dos noivos é que iam assar. Fizeram uma churrasqueira no chão, com tijolos e colocaram bastante madeira para iniciar o fogo. Depois iriam colocar carvão. Sem um trago, sentei-me com os outros cunhados e enquanto conversa, ficava "botucando" os dois velhinhos. Colocaram o fogo  e esperaram baixar um pouco a labareda e colocaram o carvão por cima. Naquele instante vi que daria problema pois era muita caloria contida na churrasqueira. Ainda assim me contive. Assim que o carvão pegou o fogo, eles espetaram a carne no primeiro espeto  e largaram na churrasqueira. A carne encolheu, quase retorcida. Levantei e como quem não quer nada fui até a churrasqueira e olhei, virando, aquele espeto. A carne estava preta! Retirei-a do fogo e falei com os "assadores" tem muito fogo!. Eles que não eram do ramo, aproveitaram a ocasião e largaram o pepino no meu colo: tu tem mais experiência, assa para nós e se mandaram!?!? Chamei meu sogro a parte e lhe disse que não teria problema, mas queria gelo, limão e açúcar que eu tinha uma cachaça boa no carro. Trouxe-me um copo com os ingredientes que rapidamente transformei em caipirinha. Correu boato no pátio:
são uns "perdidos". Tirei a gravata, remanguei a camisa e pacientemente espetei toda a carne primeiro. Faltou espeto, busquei no carro. Tudo espetado, experimentei com a palma da mão, não dava para aguentar. Peguei uma guia de quinze, e "remei" retirando quase todo o braseiro para o outra ponta da churrasqueira. Coloquei as costelas com o osso para baixo e sorvi minha caipirinha lentamente, juntamente com um cigarrito. Pois acho que gostaram pois enquanto cortava as carnes para serem servidas, ouvi novamente em quase sussurro:
"esses perdidos sabem assar uma carne"!

Observação: sou filhote de Metodistas com muito orgulho, se não sigo é por convicções pessoais já que encontrei muito mais respostas na Conscienciologia  onde estou procurando o meu lugar.

sábado, 1 de outubro de 2011

CHURRASQUEANDO - CHURRASCO NA LABAREDA

Não é um churrasco fácil de fazer pois requer atenção redobrada e agilidade. Em compensação é muito rápido  conforme a espessura da carne. Não gosto de fazê-lo pois sou mais assar com calma como deve ser. Vem de longe a sua feitura. Alguns historiadores que se detiveram na figura do gaúcho e seus costumes, relataram que os primeiros gaúchos eram índios mesclados com espanhóis (iguais aos mesclareros na divisa com méxico) meio changueiros (peões que trabalhavam por pouco tempo para os fazendeiros)  meio bandidos quando não tinham serviço. Não poucas vezes matavam reses para aplacar a fome. Se fosse sem permissão, tinham que fazer tudo às pressas para não serem pegos. Então moqueavam a carne nas labaredas e não raro a comiam mal passada escorrendo sangue. Resulta em um churrasco em tudo igual aos assados normalmente, com mesmo gosto e textura.
Duas vezes me deparei com a necessidade de fazer dessa maneira. Uma foi numa pescaria na Lagoa dos Patos e outra foi num serviço que pegamos para fazer em um sítio em Viamão e precisávamos pegar o único ônibus da tarde para voltar à cidade.

Na pescaria deixamos um dos companheiros encarregado de juntar lenha, arrumar o acampamento  iniciar o fogo e o churrasco na noite enquanto isso iríamos colocar as redes e os espinhéis. Com certeza iríamos demorar e voltar com fome e precisávamos dessa retaguarda. Fizemos  e quando voltamos para o acampamento, já noite alta, com alguns peixes já pegos, qual nossa surpresa quando achamos o caseiro bêbado, dormindo e um foguinho mixuruca de taquara. Nos explicou  que não achou lenha, então acumulou bastante taquara e começou a beber de estômago vazio. Após um momento para assentar as idéias, decidimos fazer na labareda mesmo pois não haveria brasas. Fincamos os espetos no chão e fomos rodeando-os com fogo das taquaras. Ao passo que necessitava, colocávamos mais e mais taquara. Não queimou e ficou, fome à parte, uma delicia, comido lasqueado com pão d'água. Ficou a lição: depois disso, quando íamos com reboque, até lenha levávamos para não ter surpresa!

No sítio quando eu e Pedrinho terminamos a tarefa, nos damos conta que faltava 40 minutos para o ônibus passar, pedi pra ele juntar vassoura vermelha seca e improvisar um fogo entre tijolos enquanto que eu cortava um pedaço de ferro de construção para servir de espeto. Após cortá-lo dobrei-o ao meio e "ariei" com areia.
espetei, salguei, e quando fui ao local que foi feito o fogo, notei que o Pedrinho tinha feito duas pilhas de quatro tijolos cada de altura. Tirei dois dos tijolos para que o espeto ficasse no meio da labareda. Não cansei de virar. Dez minutos após a fraldinha estava assada no ponto, macia e suculenta. 
Pegamos o ônibus na hora certa!

sábado, 27 de agosto de 2011

MEUS BLOGS - ESTATÍSTICAS I


país            blogdeitaara blogdosentapua blogdobentinhochurrasqueiro ynkeesgohome total

Brasil             508               492                           224                             34             1.258
EEUUAA       164               354                             77                           143               738
Germany          47                 44                               4                            35               130
Reino Unido       8                   4                               2                             -                  14
Russia                6                  -                                -                             -                     6
Malasian             4                  -                                 -                              -                  4
France                1                 2                                 2                              2                  7
Polônia               1                  -                                 -                               -                  1
Portugal              1                 2                                  -                               -                 3
Índia                    -                 4                                 2                               -                  6
Ucrânia               -                 1                                  -                               -                  1
Coréia do Sul     -                  -                                  2                              -                  2
Colômbia           -                  -                                  1                               -                  1
Letônia               -                 -                                   1                              -                  1
Romênia             -                 -                                   -                               -                 1
sem ident.          32               56                                14                          18              120

totais                772             959                             329                          233            2.293

Interessante não? Nos blogs polêmicos os acessos dos yankees estão se igualando ou acessando mais que os brasileiros e tem muita expressão no blog regional. A Malasian é uma surpresa muito grande, assim como France, Reino Unido e Portugal, Ucrânia, Coréia do Sul, Colômbia, Letônia e Romênia.

Os assuntos internacionais importam mais para os estrangeiros? Não temos dado a importância necessária a eles? A grande Mídia nossa de cada dia, conseguiu fazer um estrago tão grande em nossas mentes que tudo que se escreve contra ela, é fruto de medos, de esquisitices políticas, perseguições, etc?

Fiquem com essas perguntas. Eu também não tenho as respostas. Vou procurá-las. Se as encontrar coloco aqui neste espaço.
Itaara-RS -Brasil - 27.08.2011